Segurança do protocolo

O debate quântico da Starknet também exige planejar atualizações

Além da discussão de governança, as equipes precisam separar demonstrações criptográficas de uma migração que os clientes consigam usar.

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Dois mecanismos de fechadura diferentes e uma maquete arquitetônica estão sobre uma bancada de chaveiro.

A análise de outubro da StarkWare afirma que as contas padrão da Starknet ainda usam assinaturas de curva elíptica, enquanto as demonstrações de contas pós-quânticas continuam sem auditoria. Sua discussão sobre uma L1 independente descreve uma possibilidade em consideração, não uma migração concluída. A fonte é anterior à conversa sobre governança deste fim de semana.

Nossa leitura: um plano de atualização merece sua própria revisão de produto. Uma equipe pode ter uma criptografia excelente e ainda deixar os clientes sem clareza sobre qual versão da carteira precisam usar, quem deve aprovar uma mudança ou como recuperar o acesso se perderem um dispositivo. São perguntas práticas de aceitação, não motivos para declarar uma rede segura ou insegura com base em uma manchete.

Para uma empresa que desenvolve serviços onchain, um exercício útil é escrever um aviso de exemplo aos clientes antes de prometer uma atualização. Ele consegue explicar a ação necessária em linguagem comum? A equipe de suporte consegue distinguir uma solicitação legítima de migração de uma imitação? Uma resposta vaga revela trabalho pendente antes da implantação, mesmo quando a pesquisa subjacente é promissora.

A discussão é, portanto, útil para além da escolha de uma rede. Responsáveis pelo produto podem inventariar dependências, atribuir responsabilidades pela comunicação com clientes e ensaiar a recuperação com contas sintéticas. Isso gera um plano concreto de preparação sem adivinhar um prazo para a computação quântica nem tratar uma demonstração de pesquisa como um serviço auditado.